sábado

POR QUE SUAS IDEIAS NUNCA SAEM DO PAPEL?

Por que suas ideias nunca saem do papel? 

O papel do planejamento e do controle de impulsos

Você já se pegou cheio(a) de ideias incríveis, mas, quando olha para trás, percebe que quase nenhuma foi colocada em prática?


Isso não acontece por falta de criatividade ou capacidade. 

Muitas vezes, a dificuldade está relacionada com duas funções cognitivas fundamentais: planejamento e controle de impulsos.

Sem planejamento, não conseguimos organizar os próximos passos. 

Sem controle de impulsos, nos deixamos levar por distrações e perdemos o foco no que realmente importa. 

O resultado? 

Ideias que ficam acumuladas em cadernos, computadores e gavetas.

A consequência é clara: enquanto você adia, outras pessoas colocam em prática algo semelhante e alcançam resultados que poderiam ser seus.

A boa notícia é que existem métodos que ajudam a desenvolver essas habilidades. 

A mediação cognitiva do PEI (Programa de Enriquecimento Instrumental) é uma delas, pois oferece ferramentas para estruturar o pensamento e transformar ideias em ação.

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Workshop de Mediação Cognitiva:

Uma experiência prática para organizar sua mente e dar vida às suas ideias.

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DISCIPLINA x MOTIVAÇÃO X PROCRASTINAÇÃO: COMO VENCER A FALTA DE MOTIVAÇÃO E PARAR DE ADIAR TAREFAS

Disciplina x Motivação x Procrastinação: como vencer a falta de motivação e parar de adiar tarefas



Quando falamos de produtividade, três palavras aparecem quase sempre: disciplina, motivação e procrastinação

Entender como elas se relacionam pode mudar a forma como você encara suas tarefas diárias.

A motivação nem sempre está disponível

Esperar a motivação para começar algo pode ser um erro. 

Ela é instável e depende de fatores externos e internos. 

Se você esperar “sentir vontade” para agir, corre o risco de não começar nunca.

A força da disciplina

É aqui que a disciplina se torna essencial. 

Ela é a capacidade de seguir em frente mesmo sem entusiasmo, cumprindo rotinas e mantendo o foco. 

Em muitos casos, é a disciplina que abre espaço para que a motivação apareça depois.

A procrastinação e o medo do desconhecido

Procrastinar nem sempre significa preguiça. 

Muitas vezes, é resultado de falta de clareza, insegurança ou pouco conhecimento sobre a tarefa

Quando não sabemos exatamente o que fazer, nosso cérebro cria resistência e buscamos distrações para evitar o desconforto.

O equilíbrio para avançar

  • Use a disciplina como motor inicial.

  • Busque aprender mais sobre a atividade para diminuir a resistência.

  • Permita que a motivação venha como consequência dos resultados.

Conclusão

A disciplina sustenta quando a motivação falha. 

O conhecimento reduz a procrastinação. 

E a motivação surge como recompensa pelos passos dados.

Em resumo: não espere sentir vontade. 

Comece com disciplina e o progresso virá.

sexta-feira

POR QUE O ARTESANATO ACALMA A MENTE? A CIÊNCIA RESPONDE!

🧠✨ Por que o artesanato acalma a mente? A ciência responde!



Você já sentiu que, ao fazer bordado, crochê ou qualquer tipo de artesanato, sua mente desacelera, o tempo parece parar e a ansiedade dá uma folga?

Isso não é só impressão — é neurociência!

Atividades manuais como o artesanato ativam o cérebro de forma positiva, trazendo benefícios emocionais, cognitivos e até físicos. 

Inclusive já existem pesquisas científicas que comprovam tudo isso.

💆‍♀️ 5 MOTIVOS CIENTIFICAMENTE COMPROVADOS:

🧘‍♀️ 1. Alívio do estresse:
Atividades repetitivas e manuais, como bordar, reduzem os níveis de cortisol, o hormônio do estresse. Você relaxa sem perceber!

🎯 2. Foco total e mente presente:
Durante o artesanato, você entra no chamado estado de flow — uma concentração tão profunda que o mundo ao redor parece desaparecer. Isso acalma a mente e melhora o humor.

🎉 3. Liberação de dopamina:
Criar algo com as mãos ativa o circuito de recompensa do cérebro, liberando dopamina, o neurotransmissor do prazer. 

Resultado? Sensação de alegria, realização e bem-estar!

🧠 4. Estímulo à memória e prevenção do declínio cognitivo:
Artesanato exige atenção, planejamento e coordenação. 

Tudo isso fortalece as conexões neurais e pode até ajudar a prevenir problemas como Alzheimer e demência.

💖 5. Sensação de propósito e autoestima:
Ver uma peça pronta feita por você é uma injeção de autoconfiança e senso de utilidade — algo que melhora diretamente a saúde mental.


🌟 Conclusão:
O artesanato não é só uma atividade criativa. 

É um verdadeiro remédio natural para a mente e para o cérebro — acessível, prazeroso e cientificamente comprovado.

Que tal experimentar esse cuidado consigo mesma(o) com linhas, agulhas e um toque de carinho?

✨ Participe das nossas oficinas e descubra o poder do artesanato para transformar seu dia — e sua mente!

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📚 Fontes Científicas:

  • Lambert, K. G. (2008). Lifting Depression: A Neuroscientist's Hands-On Approach to Activating Your Brain's Healing Power. Basic Books.

  • Csikszentmihalyi, M. (1990). Flow: The Psychology of Optimal Experience. Harper & Row.

  • Mayo Clinic Study (Wilson et al., 2012). Artistic activities and the risk of dementia in the elderly.

  • Harvard Health Publishing. Mindfulness and stress reduction through handwork, 2018.

  • Riley, J., Corkhill, B., & Morris, C. (2013). The benefits of knitting for personal and social wellbeing in adulthood: Findings from an international survey. The British Journal of Occupational Therapy.

quinta-feira

O PERIGO DE DEIXAR A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PENSAR POR VOCÊ

Mulher apática olhando para uma tela de computador, que resolve tudo por ela.

Uma reflexão sobre o uso consciente da IA no estímulo cognitivo e na vida cotidiana

Vivemos uma revolução tecnológica fascinante. 

A inteligência artificial (IA) está presente em praticamente tudo: das sugestões de filmes às respostas prontas que recebemos em apps e plataformas. 

Mas em meio a tanta praticidade, é preciso fazer uma pausa e pensar: será que estamos terceirizando demais a nossa capacidade de pensar?

Quando a praticidade vira preguiça mental

Não há dúvidas de que a IA pode ser uma aliada poderosa. 

Ela ajuda a organizar tarefas, gerar ideias, resumir textos, corrigir textos e acelerar processos. 

No entanto, quando passamos a usá-la para substituir nosso raciocínio — e não para potencializá-lo —, estamos correndo um sério risco de enfraquecer algo precioso: nossa cognição.

Estimular o cérebro é essencial para manter a mente ativa, criativa e saudável, principalmente após os 50 anos. 

Pensar, refletir, questionar e até errar são processos importantes para o nosso crescimento. 

Se deixamos a IA fazer isso por nós o tempo todo, perdemos a oportunidade de exercitar o pensamento crítico, a memória e a capacidade de tomar decisões com autonomia.

IA como ferramenta — e não como muleta

A inteligência artificial deve ser ferramenta, não muleta mental

Ela pode nos ajudar a aprender mais rápido, a explorar novas ideias, a acessar conteúdos relevantes com facilidade. 

Mas a escolha, o julgamento e o raciocínio ainda precisam ser nossos.

Isso vale especialmente em contextos de desenvolvimento pessoal, educação, criação artística e até no dia a dia de decisões simples. 

Se você deixa a IA escolher por você sempre, está enfraquecendo sua musculatura mental — como um corpo que para de se exercitar e perde força com o tempo.

Use a tecnologia com propósito

A tecnologia não é o vilão. 

O problema está no como usamos

Podemos e devemos usar a IA para ganhar produtividade, economizar tempo e até descobrir novos caminhos. 

Mas é fundamental manter o controle do processo e lembrar: pensar é um ato humano, insubstituível e insubstituível.


💭 Para refletir:

Você está usando a IA para facilitar a sua vida — ou para fugir do esforço de pensar?


sábado

TEORIA DA MODIFICABILIDADE COGNITIVA: O LEGADO DE FEUERSTEIN E AS CONFIRMAÇÕES DA CIÊNCIA ATUAL

🔍 Teoria da Modificabilidade Cognitiva: O Legado de Reuven Feuerstein e as Confirmações da Ciência Atual




Em uma época em que se acreditava que a inteligência era fixa e determinada apenas pela genética, o psicólogo israelense Reuven Feuerstein ousou propor algo revolucionário: o cérebro humano pode mudar.

Sua teoria da Modificabilidade Cognitiva Estrutural afirmava que não somos reféns do nosso QI — podemos aprender, reaprender e até mesmo reconstruir nossas funções mentais, desde que haja intervenção intencional, estímulo adequado e mediação significativa.

Décadas depois, os estudos da neurociência moderna mostram que Feuerstein estava à frente do seu tempo.

🧠 O Que É a Teoria da Modificabilidade Cognitiva?

Feuerstein acreditava que o ser humano é um sistema em constante transformação

Segundo ele, a estrutura cognitiva de uma pessoa — suas habilidades de pensar, raciocinar, planejar e aprender — pode ser modificada, independentemente de sua origem, idade ou limitações.

Isso contraria a ideia tradicional, muito comum no século XX, de que a inteligência era algo herdado, mensurável por testes de QI, e imutável.

Sua proposta era ousada: com mediação e estímulos específicos, qualquer pessoa poderia expandir sua capacidade cognitiva.

📚 A Ciência Atual Confirma: O Cérebro É Moldável

A teoria de Feuerstein, considerada revolucionária na época, hoje encontra respaldo nos estudos sobre neuroplasticidade — a capacidade do cérebro de formar novas conexões neurais ao longo da vida.

📌 Pesquisas de neuroimagem, como as realizadas com ressonância magnética funcional (fMRI), comprovam que o cérebro pode ser “reprogramado” por meio de novos aprendizados e experiências intensas.
📌 Estudos com idosos, crianças com dificuldades de aprendizagem e pessoas que sofreram lesões cerebrais mostram que é possível reabilitar ou desenvolver funções cognitivas por meio de intervenção direcionada.

Ou seja: a modificabilidade cognitiva proposta por Feuerstein se torna cada vez mais evidente nos laboratórios e clínicas do século XXI.


🔄 Modificabilidade x Modificação: Qual a Diferença?

Feuerstein fazia uma distinção crucial:

  • Modificação: são as mudanças naturais do corpo e da mente ao longo da vida, como o amadurecimento ou o envelhecimento.

  • Modificabilidade: é uma mudança provocada, intencional, resultado de intervenção, ensino e mediação.

Essa é a essência do seu trabalho: mostrar que a mente humana não se transforma apenas com o tempo, mas pode ser desenvolvida ativamente, com as ferramentas certas.


🔧 A Intervenção é a Chave

Feuerstein criou o Programa de Enriquecimento Instrumental (PEI) com base em sua teoria. O foco do PEI não é ensinar conteúdos escolares, mas desenvolver estratégias cognitivas como:

✅ Comparar
✅ Classificar
✅ Planejar
✅ Resolver problemas
✅ Controlar impulsos
✅ Usar a linguagem para pensar

Tudo isso por meio de instrumentos aplicados com a mediação de um educador preparado, que ajuda o aluno a refletir sobre seu próprio processo de pensamento.


🌍 Aplicações Práticas da Teoria

A teoria de Feuerstein hoje é aplicada em:

  • Escolas que desejam formar alunos mais autônomos e reflexivos

  • Empresas que querem incentivar a inteligência adaptativa

  • Clínicas de reabilitação cognitiva

  • Projetos sociais e de inclusão educacional

  • Cursos de desenvolvimento pessoal e profissional

Ela mostra que a inteligência não é um ponto de partida, mas um caminho a ser construído.

✨ Um Legado Vivo e Atual

Mais do que um teórico, Feuerstein foi um visionário

Em um mundo onde as habilidades cognitivas são cada vez mais valorizadas — da escola ao mercado de trabalho —, sua teoria da modificabilidade se torna um convite à ação: todos podemos aprender, melhorar e crescer.

A ciência moderna confirma: com intenção, estímulo e propósito, o cérebro pode se transformar.

📢 Quer conhecer na prática essa abordagem?

Fique de olho aqui no blog Desenvolvamente para saber mais sobre novas turmas do PEI – Programa de Enriquecimento Instrumental, base do trabalho de Reuven Feuerstein a siga a nossa comunidade clicando aqui!

terça-feira

TECNOLOGIA E AUTOCONHECIMENTO: O QUE NOS IMPEDE DE APRENDER?

 Tecnologia e Autoconhecimento: o que nos impede de usar e aprender?


Quantas vezes você já ouviu (ou disse) “isso não é pra mim” quando o assunto é tecnologia? 

Para muitas pessoas, especialmente após os 50, o uso de dispositivos e aplicativos pode parecer um desafio distante. 

Mas, na verdade, essa dificuldade vai além dos botões — ela toca nossa autoestima, nossas crenças e a forma como lidamos com o novo.

Aqui no Desenvolva a Mente, acreditamos que todo aprendizado é também um caminho de autoconhecimento

E entender por que a tecnologia parece tão distante para algumas pessoas é o primeiro passo para se aproximar dela com leveza e autonomia.

O que dificulta essa relação:

🔸 Crenças limitantes
"Sou velha demais pra isso."
"Não tenho cabeça pra aprender."
Essas frases, tão comuns, revelam um medo de não dar conta. Mas a verdade é que a idade não define nossa capacidade de aprender — a forma como lidamos com ela, sim.

🔸 Medo de se expor ou se sentir “burro”
Muitos evitam aprender com medo de se sentirem ridículos ou de errar. Isso revela o quanto o orgulho e o medo do julgamento podem limitar o nosso crescimento.

🔸 Falta de sentido emocional na tecnologia
Se a pessoa não vê utilidade afetiva ou prática no uso da tecnologia, ela não se conecta com ela. Quando entendemos como um celular pode nos aproximar dos netos, ou como um aplicativo pode ajudar a organizar a rotina com mais equilíbrio, tudo muda.

Como transformar essa experiência:

🌱 Resgate a curiosidade e o brincar com o novo
Permita-se experimentar, errar e descobrir. Traga a leveza do aprendizado, sem obrigação. Um toque de humor também ajuda!

🌱 Use a tecnologia como ferramenta de cuidado com você
Aplicativos de meditação, vídeos sobre bem-estar, aulas que estimulam o cérebro, redes sociais para expressar o que sente... tudo isso pode ser um canal de autoconhecimento.

🌱 Crie vínculos com pessoas que estão no mesmo caminho
Grupos, oficinas e encontros são excelentes para transformar a solidão do aprendizado em uma jornada compartilhada. Juntos, crescemos mais!

Se precisa de ajuda com esse desafio, venha participar do Curo AUTONOMIA DIGITAL, elaborado pro mim, Telma Corte, com o objetivo de ajudar a superar essas dificuldades e ver como todos somos capazes de usar a tecnologia a nosso favor.

Clique aqui para mais informações.

Mais do que aprender a mexer em um celular ou computador, aprender tecnologia aos 50+ é um convite a redescobrir seu poder de aprender, sua autonomia e sua criatividade. 

Cada clique é um passo no caminho do autoconhecimento e da liberdade.

Bora?

APRENDER TECNOLOGIA DEPOIS DOS 50 FORTALECE O CÉREBRO E A AUTOESTIMA

 Aprender tecnologia depois dos 50 fortalece o cérebro e a autoestima


Quantas vezes você já se sentiu “para trás” quando alguém mexe no celular com facilidade?

Quantas vezes teve vontade de aprender, mas achou que já era tarde?

Saiba que aprender coisas novas depois dos 50 — especialmente quando se trata de tecnologia — é uma forma poderosa de estimular o cérebro, prevenir o declínio cognitivo e ainda melhorar a autoestima e a autonomia.

O medo da tecnologia é comum, mas não precisa ser um obstáculo. 

Com a abordagem certa, é possível aprender a usar ferramentas digitais, se comunicar com mais facilidade e até se reconectar com o mundo de forma mais leve.

🌟 Se você sente que está na hora de virar esse jogo, te convido a conhecer meu Curso de Autonomia Digital para 50+.

Aulas práticas, com atenção individual e no seu tempo. 

Você vai se surpreender com o que é capaz de fazer!

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Você merece viver sua melhor fase com mais confiança!

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POR QUE SUAS IDEIAS NUNCA SAEM DO PAPEL?

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